Cada grão de pólen contém em si uma célula reprodutora.

Esta é sua principal razão de ser: gerar sementes.

Um grão de pólen pode fecundar sua própria flor, ou outra a quilômetros de distância, levado por seres vivos, pelo vento, pela água. Não admite apenas uma estratégia reprodutiva: pólen é dinâmico, é potente, é versátil, é cambiante.

Pólen transforma.

Acha seu caminho.

Cria vida.

Pólen – Movimento de Intercâmbio Cultural abraça o teatro, o patrimônio, a dança, a fotografia, o cinema, as arte visuais, a literatura, o circo, a música. É rap, é jazz, é reggae e é samba, é funk, é MPB e é rock.

Em uma rede constelar, espalhados por alguns dos principais espaços públicos de cultura de Juiz de Fora, flutuam atos férteis. São debates, mostras, espetáculos, saberes e sensações em trânsito, da margem ao centro, da ribalta à rua, tudo fluido, sem freios e sem fronteiras.

A galeria, a praça, o anfiteatro, o muro, a biblioteca: todos espaços de fruição.

Pois já não basta à arte polemizar, é preciso ir além, polinizar, gerar sementes de cultura, compartilhar o poder de gestação, fazer germinar novas ideias, novos afetos, novos saberes, novos sentidos.

Cada grão de arte, uma nova semente.